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Juliana preferiu deixar a tia Vivi, dizendo:  

- Ah, ela precisa descansar, mesmo. É melhor não incomodar. E foi lá fora, fazer outra coisa.

E a tia Vivi continuou sozinha lá dentro, às vezes resmungando alguma coisa, enquanto dona Maria cuidava da casa.

Na hora do almoço, dona Maria falou para Ju:

- Sabe, tia Vivi é mesmo diferente das pessoas que a gente está acostumada a ver. Ela de tão velhinha já está com o rosto muito enrugado, a boca já não tem os dentinhos, e tudo mais. Mas ela continua sendo uma pessoa que gosta e precisa de carinho como você e eu. Aliás, as pessoas diferentes são as que mais precisam de carinho! Elas gostam de se sentir amadas, como nós também gostamos. Algumas coisas na vida a gente faz porque decide que deve fazer, e não exatamente porque é gostoso, ou a gente sente vontade. A gente sabe que deve fazer, que é certo fazer, e faz. Então, a gente decide que ama a tia Vivi, e que vai demonstrar isso, vai fazer carinho nela, vai cuidar dela, porque Jesus faria o mesmo, e como Deus põe na gente o amor dele, a gente ama a todos, também e especialmente os que são diferentes, como os velhinhos. Experimente, e você vai ver como vai se sentir bem em ajudar alguém como tia Vivi!

Juliana ficou pensando naquilo, e no outro dia que veio ficar com a vovó logo foi conversar um pouco com tia Vivi, e até mesmo trouxe umas bonecas, e brincou na cama da tia Vivi, junto com ela. E foi bom!

Você também pode e deve amar, e demonstrar esse amor, pelas pessoas que são diferentes, e que têm necessidades especiais! Vamos fazer isso sempre!

Se você quiser saber o final 2 da história, clique aqui. 

 hist-sim

Comentário para “Amar mesmo quando dá medo – Final 1”

  1. igor disse:

    eu gostei muito da historia principalmente que eu comecei a trabalha com criancas e preciso de alguamas ideias e lendo esta historia deus falou soubre que e tenho que falar para as criancas sobre o amor com as pessoas idosas

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