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O gato do vizinho

Conversa entre amigos

Eu estava dormindo, quase roncando, quando um barulho me acordou. Eu me levantei para ouvir melhor. Quando percebi que eram os gatos, deitei de novo. Não consegui dormir porque o barulho continuou. Não era o barulho de Beibe e Dolly. Desci para ver o que estava acontecendo. Que bagunça eu encontrei! O gato do vizinho resolveu “visitar” Beibe e Dolly. Meus gatos não receberam bem o outro. Os dois estavam rosnando. Pelo jeito já tinha havido uma briga entre os três porque havia pedaços de pêlos de gatos espalhados pela cozinha. A toalha da mesa estava no chão. Os jornais estavam espalhados pela cozinha. A água dos gatos estava derramada, e a ração estava fora da tigela. Era uma cena triste.

Fiquei olhando para os gatos. De repente, Beibe atacou e o outro gato deu um pulo e saiu pela janela. Eu não sabia se eu chorava ou ria!

Não dormi mais. Eu tinha que limpar o chão, arrumar a cozinha e lavar as toalhas que os gatos sujaram. Isso me deu bastante tempo para pensar. Eu analisei por que Dolly e Beibe reagiram tão mal à visita do outro gato. Lembrei-me de que quando qualquer outro gato subia nosso muro ou entrava no quintal, os dois iam ao ataque.

Eles, sem dúvida, não gostam de receber outros gatos em casa. Gatos são assim porque eles se acham “donos” do pedaço. Eles não querem um outro gato invadindo seu território. Quando eu era criança, eu agi como os gatos! Uma vez minha prima veio me visitar. Quando eu fui à escola, pedi que minha mãe escondesse todos os meus brinquedos. Não queria que ela tocasse em minhas coisas. Não gostei da atenção que meus pais deram a ela. Um dia, fingi que estava doente para ficar em casa e vigiá-la. Eu era “agateada”. (Quer dizer que eu agi como um gato!) Eu pensei só em mim e em minhas coisas. Quem não quer receber visitas porque não quer compartilhar os brinquedos ou a atenção é “agateado”.

Deus não quer que sejamos gatos e sim “hospitaleiros”. Ser hospitaleiro é receber bem as pessoas em sua casa. O hospitaleiro recebe a visita com alegria. O hospitaleiro dá o melhor à visita – comida, espaço e coisas. Ser hospitaleiro é agir bem diferente de Beibe e Dolly.

Eu confesso que não é tão fácil ser hospitaleira. Nem sempre me lembro de convidar outras pessoas para minha casa e tratá-las com fineza. E você? Que tal você marcar um culto em sua casa, convidando seus amigos, parentes e vizinhos? Durante o culto seja bastante hospitaleiro – e não “agateado”!

Peggy, Dolly e Beibe

Comentário para “O gato do vizinho”

  1. Ozias disse:

    Gostei muito dessa história sobre os gatos. Teremos em nossa igreja um culto do amigo no último domingo de maio, dia 30.
    Faremos menção e contaremos essa linda história sobre comportamento dos gatos.

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